Quarta-feira, Agosto 17, 2022
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A luz ao fundo do túnel já se começa a vislumbrar!

Embora as notícias ainda não sejam as que queríamos, alguma coisa mexe para os lados de S. Bento:

– As normas para se assistirem a espectáculos públicos em salas não fechadas – custa tanto dobrar a língua para dizer praças de toiros – já estão definidas pela DGS.

– Duas das figuras maiores da Protoiro, Nuno Pardal e Hélder Milheiro, foram recebidas na Assembleia da República, na comissão de cultura, onde puderam expor o “estado da arte” que se já não estava bom, com a pandemia e cancelamento de todos os espectáculos, ficou ainda pior.

Não há dúvida que são apenas dois passos, mas importantes e pode ser o início de uma escalada decisiva para que os espectáculos tauromáquicos possam voltar a ter a expressão que já tiveram, espalhando a nossa cultura pelos quatro cantos do país.

De um modo geral temos praças melhoradas, com lugares marcados e com facilidade de acesso aos mesmos, as restantes alterações a fazer serão com certeza um encargo mais, mas também será uma mais-valia e essas nunca se perdem.

Diz-se que de Espanha nem bom vento nem bom casamento, mas pelo menos bons exemplos vêem: já estão marcados para Julho os primeiros espectáculos pós COVID – 19, segundo o nosso site.  Vamos ver quando virá essa boa notícia, de terras lusas.

A só utilização de 50% da lotação da praça, será uma dificuldade acrescida e sabemos que os aficionados, nesta altura, não estão em maré alta para gastos.

Os espectáculos em praças pequenas, provavelmente nem serão viáveis. Agora também depende do saber e arte de quem monta o espectáculo; o seu poder de negociação quer com os ganadeiros, quer com os artistas, de modo a que o preço que se reflectirá nos bilhetes, seja de tal ordem que os “tendidos” fiquem com a compostura possível.

Há quem diga que viver é “a arte dos equilíbrios” e aqui, mais uma vez isso se vê!

Os toureiros fizeram saber que se haviam reunido na casa de Rui Fernandes, na presença do seu representante eleito, Nuno Pardal, para discutirem o futuro da classe.

É mais uma notícia que nos agrada, se for com o intuito, como dizem, de “unir as tropas”. Fazer lutas quando o grupo se mostra unido por coisas boas, e sendo por essas que nós esperamos, confio, elas hão-de aparecer.

Com todas estas luzinhas a brilhar, embora ainda muito longe, os aficionados estão esperando com ansiedade que as portas das praças se abram e se oiça a banda com o seu passe doble favorito.

Soubemos à última hora (estes governantes são uma caixinha de surpresas), que as praças de toiros não podem abrir antes de dia 14. Também seria difícil, a menos que houvesse algum cartel no bolso e alguma abelhinha viesse dizer antecipadamente quais seriam as regras.

Agora que venha esse “trabalho de sapa” que se esteve a fazer durante o “defeso” forçado, para que o mais cedo possível possamos ver as nossas tradições de volta.

Mais uma vez ficamos esperando, só que agora já parece que o tempo de espera está a diminuir.

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