Coruche: Comparando com outras feiras, a FICOR “não tinha nada a perder, por toda a dignidade que foi dada a este certame”, diz autarca (c/som)

Foi inaugurada esta quinta-feira, 30 de Maio, mais uma edição da FICOR – Feira Internacional da Cortiça, em Coruche.

Um certame que pretende relançar a cortiça como alavanca da economia nacional, reforçar a liderança internacional de Portugal no sector e afirmar, ainda mais, Coruche como a capital mundial da cortiça e através dessa afirmação internacional, promover a marca Coruche, nas vertentes turística e económica.

Na inauguração do certame, Francisco Oliveira, Presidente da Câmara de Coruche, em declarações á imprensa, começou por referir que “somos muito criativos e tentamos sempre trazer coisas novas, a este nosso certame. É uma feira de actividades económicas, mas aquilo que tentamos é cada ano trazer novas componentes, quer relacionadas com investigação e os problemas dos problemas dos produtores florestais, quer com a componente da indústria que é no fundo o grande absorvedor da nossa cortiça mas também as áreas da inovação”.

O autarca referiu ainda que este ano existe “um espaço dedicado ao trabalho promovido pela FICOR nas suas componentes do desfile de moda, onde estão representados esses mesmos vestidos usados no desfile, e também a representatividade de uma empresa criativa e inovadora ao nível do design que é a Casa Grigi com um vestido a fio de cortiça que tem uma cauda de 17 metros de comprimento.”

O edil compara ainda esta feira com outras feiras que se realizam pelo mundo e diz que “não tinha nada a perder, toda a dignidade que foi dada a este certame, é uma dignidade muito associada aos nossos técnicos, trabalhadores, entidades que trabalham connosco e que são nossos parceiros e estão hoje aqui representados.”

 

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