Sábado, Agosto 20, 2022
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“De repente apercebi-me que o Campo Pequeno é muito mais que arquitetónica”, diz Paula Resende na apresentação do livro dos 125 anos da praça (c/som)

A Praça de Touros do Campo Pequeno recebeu esta quinta-feira, 21 de setembro, a apresentação do livro “Campo Pequeno- 125 anos no Coração de Lisboa”, um acto que decorreu em plena arena do tauródromo lisboeta.

Perante alguns convidados, e mediante quatro discursos, destaques para o de Manuel Andrade Guerra, coordenador editorial em termos de texto. Começou por pedir um breve momento em respeito aos dois forcados recentemente falecidos. Falou de diversos momentos ligados à tauromaquia e de personalidades que fizeram parte da história da tauromaquia. Relativamente ao livro fez questão de referir que “não é uma enciclopédia nem uma narrativa histórica” mas sim “um conjunto de textos que expressa emoções e recordações sobre esta casa e a tauromaquia”.

Rui Bento Vasques, director de actividades tauromáquicas do Campo Pequeno descreve esta obra como “impactante” e “diferente do que já se conhece”.

Em declarações ao jornalista Rui Lavrador (Infocul/Toureio.pt) Paula Mattamouros Resende, Administradora do Campo Pequeno, afirmou que ideia deste livro surgiu “há cerca de quatro meses” sendo que a primeira ideia era “um livro sobre o Campo Pequeno mas que focava mais a arquitectura, portanto de forma mais arquitectónica”.

A administradora acrescentou ainda que a certa altura percebeu que “o Campo Pequeno era muito mais do que aquilo que estava previsto sair naquela obra e que não fazia jus a esta grande instituição”, optando então por uma obra que “foca a alma do Campo Pequeno”.

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