Direcção da Ass. de Forcados afirma que “nunca cometeu qualquer ilícito ou acto que possa ser censurável aos olhos da Lei”

Tal como o Toureio.pt noticiou esta terça-feira, o Ministério Público de Beja confirmou-nos a recepção de uma queixa contra a Associação Nacional de Grupo de Forcados, queixa que foi “remetida ao DIAP de Lisboa por ser competente em razão de território”, acrescentou o MP de Beja.

Neste sentido o Toureio.pt contactou a ANGF a fim de prestar algumas declarações sobre este assunto e saber se já foi notificada a prestar alguns esclarecimentos, tendo a Direção desta Associação esclarecido que “ não tem conhecimento de qualquer processo contra si instaurado, o que por si é normal”, dando ainda como exemplo um caso recente que envolveu a ANGF em que “ primeiro o Ministério Público tem de apurar se existem indícios da prática de algum ilícito ou não. Só após análise dos elementos apresentados na denúncia (que a ANGF desconhece quais sejam), é que o Ministério Público decidirá se promove a investigação abrindo um inquérito, e nesse caso notificará a ANGF para ao abrigo do direito ao contraditório esta prestar os esclarecimentos que entender.”

A Direção da ANGF defende-se ainda dizendo que “desde que foi fundada, a ANGF sempre pautou a sua actividade pela correcção e pela aplicação dos princípios da boa fé em nome da defesa da figura do Forcado Amador, pelo que, aguardará serenamente pelo desenvolvimento normal deste processo, prestando a quem de direito todos os esclarecimentos necessários, estando confiante num desfecho positivo, uma vez que no desempenho da sua missão nunca cometeu qualquer ilícito ou acto que possa ser censurável aos olhos da Lei.

Na nota enviada ao Toureio.pt e que vem assinada pelos três elementos da Direção da ANGF, José Fernando Potier, José Luís Gomes e Tiago Prestes, pode ainda ler-se que “desde a sua fundação em 2002, já foram intentadas contra si várias acções judiciais, que resultaram todas na absolvição da ANGF, nunca se tendo provado que tenha existido qualquer ilícito na sua conduta na prossecução dos fins para que foi criada. Também, a ANGF, já interpôs ações Judicias contra outros que resultaram, nesses casos a favor desta Associação, tendo sido dado como provados aos factos que a ANGF apresentou em tribunal.”

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