Forcados de Alcochete justifica marcha porque “esta Cultura Milenar tem sido alvo de injusta discriminação”

Como já noticiámos, no próximo dia 27 de Junho, decorrerão várias manifestações pró-tauromaquia, promovidas pelos Grupos de Forcados, de forma a reivindicar igualdade de tratamento a esta cultura portuguesa.

Um dos locais será Alcochete, onde o Grupo de Forcados Amadores de Alcochete está a organizar uma Marcha pela Tauromaquia “A Cultura não se Censura”, pois segundo o Grupo “a Tauromaquia, além da elevada relevância económica para muitas cidades e vilas, assume um papel social importantíssimo na transmissão de valores e tradições entre gerações ao longo dos séculos.”

O Grupo de Alcochete justifica a organização desta marcha, alegando que “nos últimos tempos, infelizmente, esta Cultura Milenar tem sido alvo de injusta discriminação e censura por parte do Governo de Portugal.”

A Marcha pela Tauromaquia “A Cultura não se Censura” que se realizará em Alcochete, no próximo dia 27 de Junho, com início às 10h00, contará com o apoio institucional da Câmara Municipal de Alcochete e da Junta de Freguesia de Alcochete, da qual farão parte os dois Grupos de Forcados, Grupo de Forcados Amadores do Aposento do Barrete Verde de Alcochete e Grupo de Forcados Amadores de Alcochete, assim como, as duas Bandas de Música do Concelho, Sociedade Imparcial 15 de Janeiro de 1898 de Alcochete, Sociedade Filarmónica Progresso e Labor Samouquense, Clube Taurino de Alcochete, Servilhanas Rocieras de Alcochete, Grupo de Sevilhanas do Aposento do Barrete Verde de Alcochete, Tertúlia de São João, demais Tertúlias Taurinas, Cavaleiros, Ganadeiros, Matadores/Novilheiros, Bandarilheiros, Campinos, Escolas de Toureiro, Empresários e claro, aficionados em geral.

A iniciativa cumprirá todas as recomendações do Governo e DGS face ao momento que atualmente vivemos, e será logicamente – como pessoas de bem que somos – uma manifestação pacífica.