"Não tenho por hábito escolher ganadarias e então toureio tudo", diz Marcos Bastinhas (c/som)

O Coliseu Rondão de Almeida, em Elvas, acolheu este sábado a Corrida Olé, que juntou em cartel os clãs Caetano (Paulo Caetano e João Moura Caetano) e  Bastinhas (Joaquim e Marcos Bastinhas), repetindo assim o cartel de alternativa do cavaleiro Marcos Bastinhas, há dez anos. Perante touros Paulo Caetano e Rodolfo André Proença, pegaram os amadores de Évora e Académicos de Elvas.

 Marcos começou por destacar a “noite histórica, memorável, com casa esgotada e vinha toda a gente com vontade de triunfar. Os touros, uns mais complicados que outros, mas penso que houve triunfos para todos os gostos e nesta noite senti-me muito especial”.

 Disse ainda que no “primeiro touro, senti-me bem, com uma lide séria, com muita frontalidade. Agora nesta segunda, com mais recortes, mais ladeios,  o Capa Negra fez um recorte extraordinário,  e depois dois pares de bandarilhas que é sempre do agrado do público. E em especial, aqui desta minha família”.

Sobre o seu pai disse que “vinha com muitas ganas, como se pôde ver. Foi à porta gaiola, teve enorme de saída e depois nos curtos continuou com o que estava a fazer de saída e o público correspondeu. Já tinha muita vontade de o rever em praça, e principalmente aqui em Elvas, e o meu muito obrigado a este público e às pessoas de Elvas, por esta tão bonita homenagem que lhe prestaram ao estarem aqui para o aplaudir”.

 Fez ainda um balanço de uma temporada “muito boa. Vou fazer cerca de 31/32 corridas. E com muita responsabilidade, houve cartéis bons, com touros a pedirem contas. Eu não tenho por hábito escolher ganadarias e então toureio tudo e sinto-me bem assim para ver até onde podemos chegar. Mas é um balanço muito positivo mas sempre com vontade de melhorar e triunfar mais”.

 

 

 

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