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“Era da nossa parte quase indigno não levar isto até ao fim”, diz Provedor da Misericórdia da Chamusca sobre o festival taurino (c/som)

Conforme noticiamos, a Praça de Touros da Chamusca recebeu este sábado (6 de Abril) um festival taurino integrado nas celebrações dos 100 anos deste tauródromo.

Um festejo que se realizou apesar do temporal que se fez sentir no dia anterior e na manhã de sábado.

O Toureio.pt falou com o Provedor da Misericórdia da Chamusca, Nuno Castelão, que começou por explicar porque manteve o espetáculo apesar da ameaça de mau tempo, tendo realçado que “a Chamusca precisa de afirmação e era uma forma de afirmação também, sobretudo o envolvimento de tantas figuras de cartaz como temos neste festival e eu acho que era de arriscar tudo”, acrescentando que “era um momento histórico que não se podia perder, como tal fizemos tudo ao nosso alcance para poder resultar. A sorte protege os audazes, até agora foi o que aconteceu, a chuva não nos incomodou, tem sido extraordinário, depois de tantos dias da semana a chover.”

Sobre o sucesso artístico do espetáculo, o Provedor da Misericórdia diz que “foi uma conjugação de vários factores que proporcionou que as pessoas se motivassem de tal ordem a estar presentes que era da nossa parte quase indigno não levar isto até ao fim. O empenho, crer e vontade foi tanto que nós apenas nos tivemos que associar a isso, e estar aqui presentes”, referindo também “que hoje conseguiu-se dar um passo histórico na Praça de Touros da Chamusca, pena que os novilhos antes deste do Cid tenham saído um pouquinho a menos mas acho que tem sido extraordinário, os cavaleiros estiveram muito bem, extraordinários os Salgueiros e os dois Ribeiro Telles, acho que começou lindamente o espectáculo.”

 

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