Tauromaquia “É uma marca identitária muito forte”, diz autarca de Vila Franca de Xira (c/som)

Tauromaquia “É uma marca identitária muito forte”, diz autarca de Vila Franca de Xira (c/som) Foto: D.R.

Esta quinta-feira, 14 de junho, foram apresentadas pela Câmara Municipal de Vila Franca de Xira edições da Semana da Cultura Tauromáquica e do Colete Encarnado.

No momento da apresentação, o Toureio.pt esteve à conversa com o Presidente da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, Alberto Mesquita, que começou por revelar que “para estas duas actividades estamos a falar em cerca de 200 mil euros, onde temos a animação musical” e tudo o que a envolve, afirmando depois que “isto tem um retorno grande para a economia da cidade e do próprio concelho, de maneira que lhe dizia que tem um retorno bastante grande para toda a economia local”.

Questionado sobre se a tauromaquia que é a maior identidade cultural de Vila Franca, o autarca é perentório e diz que a tauromaquia é “uma marca identitária muito forte, que nos marca nesta ligação com o campo, com o rio, com os cavalos, com os touros, com os campinos, com os ganaderos, com os toureiros, enfim… isto é uma tradição que é muito nossa e que não a queremos perder, pois tanto a Semana da Cultura Tauromáquica como o Colete Encarnado, são duas iniciativas que têm em vista a afirmação da nossa cultura, das nossas tradições que estão muito ligadas à tauromaquia”.

Sobre os ataques que a Tauromaquia tem sofrido e questionado sobre ser impensável ter uma Vila Franca sem Tauromaquia, o autarca afirma que “eu não estou a ver não, porque entendo que é uma questão de respeito”, acrescentando que “cada um de nós gosta ou não gosta de determinado tipo de coisas e temos que nos respeitar, a Tauromaquia é um factor importantíssimo em vários domínios, em primeiro lugar para preservação de uma raça fantástica que é o toiro, um animal nobre que provavelmente sem os espetáculos tauromáquicos havia o perigo de se extinguir, mas por outro lado há factores que têm a ver com as nossas características e com a nossa identidade e as pessoas têm que as respeitar e por isso eu espero que nos anos que se seguirão, este reencontro e este respeito se faça”.

Alberto Mesquita termina dizendo que espera receber nestes dois eventos mais de 300 mil pessoas em Vila Franca de Xira.

 

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