“Eu gosto de templar os touros e dar-lhes a protagonismo que eles têm na luta”, diz Guillermo Hermoso de Mendoza

Guillermo Hermoso de Mendoza prepara-se para uma importante corrida, em Badajoz, repartindo cartel com João Moura e com Pablo Hermoso de Mendoza

A preparação para Badajoz é a mesma que para qualquer outra corrida. Além disso, toureio nos dois dias anteriores, portanto, a preparação é intensa. Monto cerca de oito ou nove horas por dia e alterno dias de andar no picadeiro com o toureio de uma vaca em praça” começa por nos dizer sobre a preparação para a corrida em que repartirá cartel com o seu pai e com João Moura.

 “Para mim é um cartaz de sonho. Eles são o máximo, porque meu pai para mim é a primeira referência. E para o meu pai, sua referência sempre foi João Moura. Portanto, todos nós temos uma luta marcada pelos mesmos princípios” acrescenta.

Neste momento ainda a diferença é muita. Estou trabalhando para chegar ao seu nível o mais rápido possível, mas isso é muito difícil e talvez impossível. Pablo Hermoso de Mendoza é o maior e alcançar este nível é o meu sonho”, esclarece quando questionado sobre as diferenças entre si e o seu pai.

Na arena prefere ter por diante “um touro que se mova, que invista alegre e que me ajude a desenvolver o meu toureio”.

Define-se como um “um toureiro tentando fazer as coisas bem, preparando a sorte na frente e marcando os tempos devagar. Eu gosto de templar os touros e levá-los para perto e, especialmente, dar-lhes a protagonismo que eles têm na luta”.

Estou ansioso por tourear nesse país, mas também estou ciente de que Portugal não posso ir de qualquer maneira. Tenho que ir extremamente preparado”, diz-nos quando questionado sobre quando se apresentará em Portugal.

Deixa ainda “um abraço a todos” os leitores do Toureio.pt.

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