Quarta-feira, Julho 24, 2024
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“Não há ambiguidades, nós estamos ao lado do carácter identitário do povo português”, diz Pres. da Distrital de Portalegre da JP, em Alter do Chão (c/fotos e som)

A vila de Alter do Chão, no distrito de Portalegre, recebeu este sábado um colóquio sobre tauromaquia promovido pela Juventude Popular de Alter do Chão, a Distrital de Portalegre da Juventude Popular.

Com um painel de oradores constituído pelo empresário Eng.º Jorge de Carvalho, o professor Marco Gomes, o jornalista Hugo Teixeira, o médico veterinário Tiago Gomes, e Diogo Bilé, do Grupo de Forcados Amadores de Alter do Chão, sendo moderador o presidente da Concelhia da Juventude Popular de Alter, Francisco Barreto Caldeira.

Cerca de meia centena de aficionados marcaram presença neste evento onde se colocou em foco a defesa da tradição tauromáquica, bem como o papel da tauromaquia na cultura portuguesa. Mas nesta tarde abordaram-se ainda alguns temas relativos a problemas existentes no ceio da festa brava que por vezes dificultam a defesa da festa.

No final o Toureio.pt questionou o Presidente da Distrital de Portalegre da Juventude Popular (JP), Francisco Garcia, sobre o porquê de promover uma conferência sobre um tema que nos últimos tempos tem sido algo polémico, tendo este respondido que “é polémico por uma simples razão: foi politizado por grupos minoritários e por minorias activistas, que colocaram a tauromaquia, pelas piores razões, no centro do debate político. No centro nevrálgico, e que com todo o seu barulho, a colocam como alvo, um objecto de ataques constantes e que por vezes parece que remetem ao silêncio os seus defensores, que parece que têm medo de defender aquilo que é deles”.

O jovem dirigente político deixou bem claro que “aqui a mensagem da Juventude Popular é simples: não há ambiguidades, não há dúvidas, nós estamos ao lado do carácter identitário do povo português e da defesa da nossa cultura. É uma defesa sem disfarces, sem qualquer manto ambíguo, em que nos faz defender com orgulho poder gostar de uma corrida de touros e desfrutar e poder dizê-lo.”

Francisco Garcia explicou ainda que “nós vivemos no Alto Alentejo, distrito maioritariamente aficionado, onde se sente, eu até digo mais é a alma lusitana, alma ibérica, a tradição tauromáquica é muito forte, portanto nós conseguirmos passar a mensagem num local destes é muito importante para todas as pessoas que se sentem sem uma voz, sem um braço político que as possa defender sequer perante um deputado de um partido do PAN, Partido dos Animais e Natureza, mas que parece que se esqueceram das pessoas.”

Fique de seguida com algumas imagens deste colóquio:

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