Olivença aposta forte nos cartéis e Relembra tradição. Veja a reportagem da apresentação (c/fotos)

Olivença leva este ano uma “A coronada” em homenagem ao mais importante Ganadeiro de bravo que nos deixou no ano transacto, singela homenagem a um ferro que muito contribuiu para que a feira de Olivença seja aquilo que é hoje; um acontecimento á escala global do fantástico mundo que é o toureio.

Quis também a Empresa homenagear no seu slongan para este ano, todos os aficionados que ano após ano enchem a vila raiana no primeiro fim-de-semana de Março e que fazem com que os seus doze mil habitantes se multipliquem por cinco: “ Vá por usted!  Va por si! Cést por vou!”

Manuel Molés, conhecido jornalista taurino espanhol, foi o encarregado de pregonar a feira deste ano, falou para uma assistência de mais de quatrocentas pessoas e em modo de tertúlia relatou anedotas e histórias que irmanavam com os casos Oliventinos.

A unanimidade dos discursos dos governantes presentes foi no sentido de preservar e fomentar a festa brava, mormente o caso de estudo que é Olivença: “ Não se conhece nos últimos cinquenta anos uma actividade que tenha dado a esta terra a notoriedade que lhe dá esta feira taurina.”

Uma feira redonda com cinco espectáculos em três dias; uma novilhada picada com a presença do Português, João Silva “El Juanito”, e quatro corridas de toiros, sendo a que fecha a feira um mano a mano entre El Juli e Ginés Marin, com toiros de três ganadarias sendo dois deles de Vitorino Martin.

Como foi dito, “para quem quer ter uma ampla e dilatada perspectiva da tauromaquia em tão pouco tempo” basta deslocar-se a Olivença no primeiro fim-de-semana de Março.

Fique de seguida com as imagens deste acto, numa reportagem de Hugo Calado:

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