Pessoa de Carvalho fala sobre a Assembleia Geral da APET e revela há associados que “não poderão continuar” por “incumprimentos”

Decorreu a 18 de Maio uma assembleia geral da APET, Associação Portuguesa dos Empresários Tauromáquicos, tendo o Toureio.pt questionado o presidente da associação, Paulo Pessoa de Carvalho, sobre a mesma.

Paulo Pessoa de Carvalho começou por revelar que a assembleia “correu bem” mas “devido ao alargado leque de assuntos, teremos ainda no decorrer do mês de Junho (finais) uma outra para fazer ponto de situação de algumas medidas tomadas nesta AG e que se prendem em concreto, com alguns incumprimentos por parte de alguns associados, os quais não poderão continuar”.

Um dos temas foi a cotização, sendo que quanto aos associados em divida com a APET, Paulo Pessoa de Carvalho revela que “infelizmente existem mais do que deviam existir, essa será uma das questões que terá que ficar resolvida, entretanto, daí também a AG em final de Junho para fazer ponto de situação. Nem sempre as pessoas são cumpridoras, nem na APET nem em quase lado nenhum, muitas vezes deixam-se arrastar alguns assuntos para que as coisas continuem a andar sem gerar muita celeuma, mas neste caso em concreto, a AG decidiu que mais vale tirar uma maçã podre do cesto, do que estragar as outras”.

Sobre o plano de actividades da APET para 2018, o presidente da APET diz que “foram afloradas as ideias da direcção, mas decidiu-se que em definitivo e com “casa arrumada”, se iria apresentar o plano em Junho, sendo que no entretanto está muito e variado trabalho a correr e que irá continuar a ser feito como até aqui”.

Nesta assembleia foram ainda admitidas novas empresas na APET. Paulo Pessoa de Carvalho esclarece que “foram admitidas com carácter de sócio efectivo, a empresa União de Freguesias do Cartaxo e Vale da Pinta, assim como a empresa Colina Fresca Agropecuária Lda., estas empresas foram aprovadas como sócias efectivas da APET, por terem sido já prestadas anteriormente pelos seus responsáveis sinais de competência, profissionalismo e capacidade de organizarem espectáculos tauromáquicos. Existem outras que por terem surgido este ano e sem provas dadas até ao momento, serão levadas a votação após um ano de actividade”.

 “A PRÓTOIRO esteve presente na AG da APET para falar sobre o projecto Cartão Aficionado e fazer um enquadramento da necessidade de comunicarmos de uma forma mais actual, sistemática e abrangente, sendo exactamente o Cartão Aficionado, um excelente meio para se conseguir melhorar estes aspectos”, acrescentou Paulo Pessoa de Carvalho, que disse que o tema recortadores não esteve em debate e que por esse mesmo motivo, “não existe uma posição assumida pela AG nem pelos associados da APET em conjunto, mas ao abrigo dos nossos princípios e dos nossos estatutos, desde que não se desvirtue as corridas de toiros quer à Portuguesa quer mistas que fazem parte do nosso património e que são o nosso negócio, o facto de existirem algumas nuances que possam dar ou tentar dar alguma inovação ao espectáculo, não nos incomoda”.

O dirigente rematou a entrevista esclarecendo que “nada mais foi falado nem discutido, pois haverá nova AG como disse e aí haverá oportunidade de tratar outros assuntos”.

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