Terça-feira, Setembro 27, 2022
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ProToiro emite comunicado sobre desacatos na Praia de Mira

Na sequência dos desacatos ocorridos no passado Domingo, 3 de Agosto, junto à praça de touros instalada na Praia de Mira por parte dos anti-touradas, a Federação ProToiro emitiu hoje um comunicado esclarecendo o que se passou, bem como comentando as noticias veiculadas pelos meios de comunicação generalistas, comunicado que passamos a transcrever na íntegra:

“Depois da situação noticiada no dia de ontem, nas imediações de uma corrida de toiros realizada na Praia de Mira, vimos comunicar o seguinte.

Os atos de cariz violento e provocatório realizados durante algumas manifestações na região norte de Portugal, por um grupúsculo antitaurino extremista, identificado e reincidente, merecem-nos a maior reprovação, por ultrapassarem o direito de manifestação e a livre expressão, sendo ações de provocação e violência sobre os direitos dos cidadãos portugueses.

Este grupo tem reiteradamente estado envolvido em atos similares no centro e norte do país, coordenado por cabecilhas identificados, sendo esta uma situação que merece a urgente atenção policial por atentar contra pessoas e bens, incluindo atos de vandalismo, injúrias e ofensas aos cidadãos que livremente se deslocam a assistir a um espetáculo cultural, as corridas de toiros.

As autoridades policiais continuam a não levar a sério a perigosidade destes grupúsculos, não tomando as devidas medidas para proteger os cidadãos que se deslocam a estes espetáculos, acabando por contribuir para os desacatos que sucederam.

Além das devidas denúncias junto das autoridades policiais, esta Federação irá acionar diversos meios judiciais contra os organizadores destas ações violentas e responsabilizá-los pelos seus atos e mentiras veiculadas junto dos meios de comunicação social. 

A notícia realizada pela RTP ultrapassou todos os limites da deontologia, ao nem sequer ouvir algum dos organizadores ou aficionados envolvidos, fazendo uma reportagem exclusivamente com as declarações antitaurinas. Esta situação não passará em claro e iremos também apresentar uma queixa na Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) sobre esta situação.

A liberdade e a legalidade têm de ser respeitadas e defendidas num estado de direito, não havendo espaço para grupos extremistas baseados na intolerância, no ódio e na violência.”

 

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