Quarta-feira, Agosto 10, 2022
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Tragédias que marcaram a figura do forcado…

Ao longo de anos a Tauromaquia mundial tem sofrido grandes perdas como consequência de colhidas, em tardes ou noites que deveriam ser de glória mas que acabam em tragédia.

Desde cavaleiros, a matadores e forcados muitos já foram aqueles que perderam a vida nas arenas ou em consequência do que nelas aconteceu. No que diz respeito à figura do forcado, marca bem típica da cultura portuguesa, há registo de nove vítimas mortais e consequência de ferimentos provocados pelo toiro.

Uma das primeiras vítimas mortais que há registo no seio da forcadagem é João Raiva, que a 10 de Setembro de 1953 perdeu a vida no Campo Pequeno. Só 29 anos depois um forcado volta a perder a vida, em 1982 na Praça de Touros de Albufeira, nomeadamente José João Lameiras, dos Amadores das Caldas da Rainha. Já em 1988, na Praça de Touros de Alcochete, Helder Antono dos Amadores de Alcochete, perdeu a vida também após a colhida de um touro, facto que está imortalizado numa estátua junto a praça de touros. Em 1987 a praça de touros de Albufeira volta a ser palco da tragédia, com o forcado António Santos, do agora extinto Grupo de Aveiras de Cima a perder a vida. Se Albufeira já teve o eco da tragédia, também o Campo Pequeno em 1998 voltou a registar uma morte, Pedro Belacorça, dos Amadores de Portalegre, este que cravou uma bandarilha no primeiro durante a pega. Por sua vez em 1991, a tragédia tocou aos Amadores do Montijo, em que na Praça de Touros de Angra do Heroísmo (Açores) perde a vida António Gouveia. Onze anos depois, em 2002, foi na arena de Arruda dos Vinhos, que a tragédia voltou acontecer, nomeadamente com os Amadores de Vila Franca e com o Ricardo Silva “Pitó” que também perdeu a vida, sendo que em 2009 o Grupo de Portalegre volta a estar de luto com a morte de Francisco Matias, que foi colhido durante um treino.

Mas sem dúvida que o ao de 2017 fica marcado de negro por duas mortes, de dois jovens forcados com uma diferença de praticamente duas semanas. Pedro Miguel Primo, de 25 anos, dos Amadores de Cuba que foi colhido a 2 de Setembro e que viria a falecer poucos dias depois e agora Fernando Quintela, de 26 anos, que foi colhido na arena da Moita neste trágico dia 15 de Setembro.

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