Tribunal espanhol condena anti-taurina e diz que não se pode equiparar nem “dar igual valor” à vida do ser humano que à de um animal

O Tribunal de Sepúlveda (Segóvia) condenou o conselheiro da cidade de Catarroja (Valência), Datxu Peris, a pagar 7.000 euros à família de Víctor Barrio por uma “interferência ilegítima” no direito de honrar a toureiro falecido.

Uma compensação que deve ser paga à viúva e aos pais de Barrio, conforme refletido na decisão, divulgada pela Fundação de Toro de Lide, pelo conteúdo das mensagens publicadas no Facebook pela Peris.

A senteça recorca que Peris expressou nas redes sociais o “positivo” da morte do toureiro, por ter “parado de matar” e enfatizou que “não é possível entender o que existe como positivo na morte de um ser humano” sem que seja uma questão de julgar posições de “sensibilidade legítima” diante da Tauromaquia, caça ou qualquer atividade que cause danos a um animal. O tribunal argumenta que não se pode equiparar nem “dar igual valor” à vida do ser humano que à de um animal, porque o direito não o faz.

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