Viana do Alentejo: Uma corrida que “viu-se bem” mas esperava-se mais

Pela 8ª vez a Associação Equestre de Viana do Alentejo levou a efeito, com a já habitual organização cuidada, o empenho e a afición dos seus membros, uma corrida de toiros. Integrada na tradicional Feira de Nª Srª D'aires, a tal porquem chamou Mestre Batista nos seus últimos momentos.
 
A corrida viu-se mas num tom aquém do esperado. Faltou picante, tempero. Os "Santiagos", bem cuidados, deixaram-se mas sem transmitir, alguns acusaram mansidão sem ser desmedida, pelo que permitiram aos toureiros andar a contento das circunstancias na globalidade. 
 
Não temos nenhum destaque claro de toureio, entre a terna composta por Luís Rouxinol, Filipe Gonçalves e Telles Bastos.  Existem lides que não sendo de êxito grande acabaram por ser características do tipo de toureio de cada um dos cavaleiros. No global pautaram-se pela regularidade. ainda assim, gostamos mais das segundas de Rouxinol e de Telles Bastos.
 
Também regular a passagem dos Amadores de Montemor e Lisboa, perante toiros fáceis, rodaram muita juventude. Todas as pegas ao primeiro intento, o que não significa que tenha sido um primor de execução técnica a tarde de pegas para ambos lados, em particular no que toca aos forcados de cara, bem pelo contrário. Valeu o acerto e eficiência dos ajudas e a bondade dos Santiagos.
 
Dirigiu o Sr. Agostinho Borges coadjuvado pelo Dr. João Infante.
 
Nota final para  presença com varias camaras e meios de produção de uma equipa de um canal de tv japonês. Cujo protagonista de um documentário sobre forcados, em rodagem, se fardou e ajudou dois toiros, pelos Amadores de Montemor. Mais uma vez o Forcado como bandeira de Portugal, desta vez, no país do sol nascente.

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